Ton Gouveia

Ton Gouveia

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Nesta serie, Gordon  ainda um detetive de polícia tendo que lutar para acabar com o crime em Gotham, tendo que escalar uma verdadeira montanha de desafios cada vez mais perigosos ate se tornar o Grande comissário James Gordon.
Nessa árdua Batalha, Gordon pode contar com o parceiro Harvey Bullock. uma figura esperta e controversa  muito conhecida na cidade, mas que usa métodos nada convencionais para fazer seu trabalho.

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Reuna um time com os piores e mais perigosos super vilões  já encarcerados, dê a eles o arsenal mais poderoso do qual o governo dispõe e os envie a uma missão para derrotar uma entidade enigmática e insuperável que a agente governamental Amanda Waller (Viola Davis) decidiu que só pode ser vencida por indivíduos desprezíveis e com nada a perder. No então, assim que o improvável time percebe que eles não foram escolhidos para vencerem, e sim para falharem inevitavelmente, será que o Esquadrão Suicida vai morrer tentando concluir a missão ou decidem que é cada um por si?




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Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Rogers (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.


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Confira um trailer de arrepiar. Liga da Justica vem ai com Flash (Ezra Miller), Superman (Henry Cavill), Cyborg (Ray Fisher), Mulher-Maravilha (Gal Gadot), Batman (Ben Affleck) e Aquaman (Jason Momoa).



Confira o trailer divulgado na Comic-Con 2016

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Segundo a revista americana EW, a animação baseada na história em quadrinhos de Alan Moore, terá uma cena mais "PICANTE" e bem diferente da história original contada na HQ.  Batman e Batgirl (Barbara Gordon) trocaram caricias, se e que me entende...

A cena a que me refiro,  vazou na internet antes da estréia do filme na Comic Con.

Batgirl e o Homem Morcego, tem seu momento romântico no telhado, onde mais poderia ser? Aviso aos tarados de plantão, nenhuma nudez e mostrada ao longo de toda a cena. Mas fica evidente que alguma coisa rolou entre os dois.

Confira a cena no vídeo abaixo.
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A turma do canal Nerds e Nerds, batem um papo muito legal sobre a questão dos vilões no cinema. Vale a pena assistir, e se divertir com essas figuras...



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TRIBUTO A PRINCE, GÊNIO, THE REVOLUTION



Prince partiu nos deixando carentes de seu talento, irreverência, e estilo peculiar, chocante, extravagante, belo, sensual, e polemico.

Sim partiu Prince para se juntar a tantos outros em uma constelação acima de nossas cabeças que parece ficar menor com o passar dos anos.

Deus esta me ouvindo, é bom você começar a devolver alguns, porque daqui a pouco não cabe mais ninguém ai. Tantos ai em cima, fazendo tanta falta aqui em baixo.

Andrógeno, vibrante, com sua guitarra, suas letras, e personalidade, contagiava, e eletrizava com seu estilo influenciado pelo rock, rhythm and blues, soul, numa mistura perfeita, por vezes não compreendida por sua própria gente. Um gênio controverso de sucessos e atitudes no mais alto extremo, que assim como todos os outros de uma geração cada vez mais distante, sacudia ate mesmo quem não quisesse dançar. Esse era O Senhor The Generation, brilhando em palcos, discos, e também no cinema.

Sua chuva Purpura vai brilhar em um horizonte longínquo, trovoando aos riffs de sua guitarra, e bradando com sua voz estridente, ecoando pela memória da historia da musica, seduzindo novas gerações, e deixando saudades.


Prince Batdance

 
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Um garoto olha pela janela e se desespera com um mundo sombrio sem esperança.

Tudo parece desabar diante do caos e do medo. Mas ele sabe, existem heróis. Incompreendidos, cheios de defeitos, conflitos, vícios, problemas morais, humanos. Sim humanos, independente de sua cidadania, de sua pátria, ou do mundo onde nasceram, mesmo sendo anos luz de seu planeta natal.

Ele escolheu, ou foi escolhido? Destino? Ou simplesmente fez o que lhe fora ensinado? Será que segue seu coração? Quantas perguntas para um ser, considerado um deus de aparência humana, mas que na hombridade não poupa esforços para fazer o que for preciso para salvar uma vida. Sim ai está a diferença, uma vida para ele não é diferente de um milhão. Isto torna Ka-lel de Krypton, Clark Kent, um alienígena criado como um homem, destinado a ser um Super homem.

Um grande dilema, factível, testemunhado por nós diante de Superman em Man Of Steel, que acaba na busca por fazer o que é certo ao seu coração de herói, tomando uma decisão que devora sua alma, tirar uma vida para salvar outras. Mas o fator humano se torna claro, quando as conseqüências impensadas de seus atos afetam outras pessoas, outras vidas.

É surpreendente a visão de Zack Snyder desse seu novo Superman em fase de amadurecimento, quando rotulado de deus por todos, mas que ao se olhar no espelho perscruta um ser falho que poderia ter feito mais e melhor.

Um herói em busca de equilíbrio, em busca de luz, em busca de redenção. Assim nos é apresentado esse novo Superman tentando como qualquer homem ser o melhor, mas acaba julgado por suas falhas, perseguido por suas qualidades, temido por ser quem é, odiado por seus dons, uma dádiva, mas também uma maldição. Suas escolhas o tornam humano, seus poderes o tornam sobre humano, e sua vontade e espírito heróico o tornam uma ameaça.

Estamos diante de um impasse, quando vemos um homem correndo desesperado enquanto tudo em que acredita começa ser demolido. Um homem tentando ser sobre humano, enfrentando seus próprios dilemas mortais, de inferioridade e incapacidade. Nos seus olhos vemos a chama, a vontade, e o espírito de alguém que se julga capaz, mais do que isto, ouvimos um coração palpitar com força suficiente para derrotar um deus que tenta ser mais humano, enquanto o humano tenta ser um deus.

Parecem caminhos opostos, ou apenas a incompreensão mútua um do outro, são antagonistas, ou na verdade são tão parecidos que poderiam se completar? O dia não se opõem a noite, ele abre caminho para que esta exiba sua majestosa beleza impetuosa, ate que esta se retire humildemente para que a força descomunal da luz, preencha o mundo com a perspectiva de um novo dia, e um brilhante futuro.

A obra icônica cheia de referencias de Zack Snyder, nos leva a mergulhar em um universo onde dois seres preenchem cada pequena lacuna, buscando cada um a sua própria verdade. Tentando provar mais do que um ao outro, arrisco dizer, talvez, para si mesmos a sua maneira sombria ou incompreendida, humana ou divina, que os meios engrandecem o fins, e que a justiça é o penhor maximo, sem recompensas, por suas atitudes e feitos.

Em Batman Versus Superman: A Origem da Justiça, vi dois seres separados por visões diferentes, conceitos e filosofias, se depararem com a pluralidade de pensamentos adversos, e ideais semelhantes. Que desconexos se perdem de si próprios. Mas que juntos formam o bastião da justiça, não perfeita, mas necessária, para que o mundo respire, tome um pequeno fôlego de esperança, e talvez comece a ver um amanhã.

Sim a obra de Zack Snyder reacende a velha chama Dcnauta, nos convida a mergulhar profundamente no, ainda que imaturo, mas irresistível Universo Cinematográfico DC Comics. Sombrio, aterrorizante, o Batman perfeito, tantos adjetivos podemos ouvir daqueles que como este que vos escreve esperava ansioso, não por um confronto apenas, mas por um encontro a muito tempo já marcado, entre fã, Batman, Superman, e cinema. Sim temos um Batman impiedoso a lá Frank Miller, mais maduro, mais forte, mais cansado, menos esperançoso, mais confiante em si próprio, um Batman fiel as HQs que tanto amamos.

Uma trama, ate certo ponto, simples, mas cheia de referencias, e Fan Services, recheada de reviravoltas, cenas, e frases icônicas, que vai construindo desde sua fundação em Man o Steel, e seguindo em Batman Versus Superman: A Origem da Justiça a base para algo imenso, com potencial sem limites para algo ainda mais grandioso e magistral.

A Warner enfim parece ter encontrado o caminho por onde seguir, nos presenteando com um excelente filme, cheio de ganchos e possibilidades, e não me refiro apenas a historia, a trama, o enredo, tão pouco aos efeitos, na minha opinião exagerados em alguns pontos, mas que não atrapalham a beleza do longa, tão pouco sua diversão e entretenimento. Eu cito aqui, clichê vão dizer, porque já alguns anos e produções, observamos Ben Affleck crescer em talento, e inteligência,e que mesmo criticado de inicio, mostrou uma postura digna do verdadeiro Bruce Wayne, não cedendo a pressões, mantendo o foco, e olhando para o que seria um grande desafio, sim, este mesmo Affleck criticado por Demolidor, elogiado por Argo, agora amado por Batman, se tornou o que muitos afirmam, inclusive eu, o Batman definitivo. Mesmo que sua subita confiança no Homem de Aço, ao ponto de considera-lo seu amigo muito mais rápido do que realmente o Homem Morcego naturalmente faria, cause estranheza em quem vê Batman nos cinemas, acostumados a um vigilante sempre atento, desconfiado de tudo e todos. Mas relevamos, afinal trata-se de uma linguagem cinematográfica onde cada segundo para contar uma historia se torna de suma necessidade, para que outras dezenas de acontecimentos possam ser contados, ou revelados.

A magistral trilha sonora de Hans Zimmer se torna impecável, quando nos transporta de nossas cadeiras, nos levitando tanto quanto os morcegos nos sonhos de Bruce. Ela é cirúrgica quando precisamos ter medo,nos apavorando quando confrontamos o Homem Morcego logo nas primeiras cenas do longa, perturbadora como muitos já a classificaram, ao mesmo fazendo nossos espíritos se incendiarem com o calor da batalha, ou nossos corações chorarem nos momentos mais dramáticos. Ela é perfeita e se encaixa com cada personagem, casando com a personalidade individual e característica de cada um. Entre elas destaco especialmente Is She With You? Musica tema da Mulher Maravilha,vivida pela lindíssima Gal Gadot, que ao contrario das más línguas, por seu porte magro, sem os dotes que muitos marmanjos adoram, mas que de forma alguma perdeu em sensualidade, desempenhou com personalidade e maestria o papel que lhe fora incumbido ao dar vida a amazona mais querida das HQS em seu retorno triunfal depois de quarenta anos de saudade, desde que Linda Carter viveu a personagem em uma serie americana encerrada em 1979.

O que falar de Lex Luthor, o menino com seus novos brinquedos, se recusando a dividir seu quintal com o outro garoto vindo de Krypton. A ameaça oculta por um semblante e gestos filantrópicos, um coração cheio de rapina e rancor, um manipulador perfeito, capaz de enganar ate mesmo o maior detetive do mundo, personificando e consolidando a alcunha de a maior mente criminosa do século, sim, Jesse Einsenberg, um garoto franzino que mostra um inegável coração, e um imenso talento ao atuar de forma notável, apresentando um Lex Luthor diferente de tudo que já havíamos visto, surpreendendo ate o mais cético dos fãs, crescendo de forma espantosa durante todo o longa, roubando a cena, e se tornando o pivô fundamental de toda a trama.

Sim, as ressalvas e poréns são muitas, mais insignificantes, existem furos de roteiro, mas nada que atrapalhe o filme, a grandiosidade e seu desenvolvimento. Concluo sim, satisfeito, e feliz, e é com orgulho, satisfação, e entusiasmo. Porque não? Que recebemos este novo Universo Cinematográfico da DC Comics, cheio de pontos reveladores, e com bases solidas para olharmos confiantes no futuro, não uma copia como muitos afirmam, mas um universo distinto, habitado por seres, sejam heróis, ou vilões, que amamos.

Seja bem vinda aos cinemas DC Comic´s, mas venha para ficar...








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Mas foi na saga Lendas escrita por John Ostrander, Len Wein, e desenhada por John Byrne que as coisas realmente começaram a mudar. Os heróis ,chamados Metahumanos, são perseguidos por um agitador chamado Gordon Godfrey usando a opinião publica contra os eles, fazendo o presidente declara-los ilegais. Na verdade toda essa perseguição fora um plano arquitetado por Darkseid, tencionado usar seu lacaio o Glorioso Godfrey para cativar as pessoas e vira-las contra os heróis, assim deixando a Terra vulnerável para uma futura invasão. Quando Godfrey e seus partidários tentaram invadir o Congresso americano usando Cães de Guerra de Darkseid, o Sr. Destino formou uma nova Liga da Justiça (ela havia sido debandada depois que Gládio e Vibro foram mortos por androides do Professor Ivo). Godfrey conseguiu roubar o elmo de Nabu de Sr. Destino, desejando seu grande poder, mas quando pôs o elmo, Nabu o tornou insano, fazendo com que todas as pessoas persuadidas por Godfrey vissem seu próprio erro em segui-lo, assim nasceria logo em seguida uma das melhores fases da Liga da Justiça financiada pelo milionário Maxwell Lord.

Heróis mais humanos e mais próximos da realidade dos leitores, era um potencial que a Marvel já explorava, ate ai tudo bem,
mas o que veio depois foi simplesmente brilhante. Um grupo de heróis mais cômico, e com tantas babaquices humanas que os novos leitores, jovens leitores no caso retornavam as fileiras.
Com roteiros de Keith Giffen, diálogos de J.M. DeMatteis e desenhos de Kevin Maguire, a nova formação da equipe trouxe toda a canalhice de Guy Gardner; a inocência do Capitão Marvel e as brigas constantes com Besouro Azul. Batman, como líder, era o ponto sério e sombrio das histórias, mas terminava participando de momentos cômicos involuntários. Relembro a cena em que Guy Gardner tem um ataque de estrelismo logo na primeira reunião do grupo e o Batman, sem dizer nada, dá-lhe um soco e o nocauteia; os outros membros ficam comemorando que o ranzinza “foi derrubado com apenas um soco!”, o que virou piada recorrente.



A partir de então, esse espirito cômico passaria a ser constante no grupo, acompanhando-os por varias formações diferentes, desde novas adesões de personagens, ate a formação de novas divisões da Liga com embaixadas espalhadas pelo mundo todo, como por exemplo no Brasil, onde a sede possuía uma piscina, a única de todas as embaixadas da Liga a ter uma, graças a um jeitinho brasileiro.





A Liga da Justiça fora dividida em três grupos, a Liga da Justiça Internacional, com Homem-Animal, Metamorfo, Poderosa, Homem-Elástico, Mulher-Maravilha, Flash (Wally West), Gladiador Dourado, o Brasil bem representado com a gatíssima Fogo, e por fim Gelo, a namoradinha de Guy, um soco, Gardner.
Nem mesmo tratando-se de temas sérios, os autores não hesitavam em criar situações estupidas, e embaraçosas. No caso da Liga Internacional, sua patrocinadora era a ONU. Preocupadas as duas maiores super potencias da época Estados Unidos, e União Soviética, conseguem junto ao conselho de segurança impor dois membros importantes na equipe da Liga Internacional, Capitão Átomo e o Soviete Supremo, representando cada um dos lados em disputa na Guerra Fria.


Em 1989, fora criada a Liga da Justiça Europa, formados por Mulher-Maravilha, Aquaman, Flash, Capitão Átomo entre outros. A zombaria era tamanha que nem a Marvel escapou, tendo um de seus heróis mais famosos parodiados na sem noção Liga da Justiça Antártida, como por exemplo o Esquiador Galáctico, arauto do Decorador de Mundos.



 
A Liga deixaria seu lado mais cômico, para entrar em uma fase mais sombria pelas mãos de Dan Jurgens,
 onde duas sagas chamam bastante atenção, como a Morte do Super homem, onde o grupo é literalmente massacrado por Apocalipse antes de fazer o azulão comer grama pela raiz, e a Mão do Destino. Nesta historia, a Liga enfrenta a versão
corrompida da Liga do Satélite, chamado de Esquadrão Relâmpago. Na verdade, o Doutor Destino estava roubando imagens da mente do Eléktron para criar duplicadas malignas da Liga da Justiça.






Pouco tempo depois, foram criadas duas series derivadas Liga da Justiça Força Tarefa liderada por Ajax, e Extreme Justice liderado pelo Capitão Átomo.
Para coroar os anos sombrios que a Liga passaria nas mãos de Dan Jurgens, no confronto contra o vilão Overmaster no arco Dia do Julgamento, a Liga vence o vilão, mas as custas da vida de uma de suas personagens mais queridas, Gelo.

Mas praticamente não houve tempo para prantear, pois chegava as bancas a saga Zero Hora, graças a uma crise causada por Parallax. Hall Jordan inconformado com a destruição de Coast City pelo Superciborgue durante a saga do Retorno do Superman, vai ate OA pedir permissão para ressuscitar as pessoas assassinadas de sua cidade, o que obviamente lhe é negado devido a real existência, e do porque serve o anel dos Lanternas Verdes, ou seja, ele deve ser usado para um bem maior, e não para um desejo pessoal. Hall ainda mais inconformado enlouquece, assim Parallax, aproveita o momento de fraqueza de Hall, e seu medo, e se apodera
 de sua mente, assassinando quase toda a Tropa dos Lanternas Verdes provocando o evento Zero Hora.





Este Garimpo continua, espero vocês ate lá...
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Em um trailer de arrepiar, e olha que sou Dcnauta de alma, e coração, a Netflix e a Marvel, trazem um trailer espetacular que faz jus a tudo que se tem mostrado ate agora, em sem duvida, uma das melhores series que eu pude assistir, “ PERDOE-ME FLASH”.

Mas o fato é que a qualidade da serie Demolidor, sem duvida, tem sido excelente, trazendo para quem assisti a velha e boa sensação de ver os heróis urbanos da Marvel em ação nas paginas de nossas queridas HQS. Frank Castle, aterroriza os corações dos criminosos em Hell's Kitchen, mas Matt Murdock sabe que vitimas inocentes podem estar no caminho do vigilante implacável.

Assim entre pecados e pecadores, sobre quem pode estar certo ou errado começa um embate onde cada um defende sua verdade, e seu ponto de vista, questionando um ao outro sobre os caminhos que a justiça deve seguir.




Confira o trailer da segunda temporada da serie Demolidor

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DC e Warner lançam de Batman vs Superman
Com a proximidade da estreia e um dos filmes mais aguardados do ano, DC e Warner lançam mai um trailer repleto de cenas ineditas do longa Batman vs Superman A Origem da Justiça.


Em Batman vs Superman: A Origem da Justiça, temendo as ações do super-herói, visto como um deus, totalmente fora do controle de qualquer um na terra, o próprio formidável vigilante vigoroso de Gotham City assume a mais reverenciada função de salvador de Metropolis.



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Uma das cenas mais icônicas de toda a franquia Star Wars, na época então ainda chamada de Guerra nas Estrelas, em sua versão original dos estúdios Herbert Richers. Sinta toda a nostalgia de um clássico sob os cuidados e a voz da velha guarda de dubladores que enchiam nossos olhos, e corações de alegria nos nossos tempos de garotos.

Com vocês Guerra nas Estrelas versão brasileira Herbert Richers...